A maioria dos brasileiros que usa o cartão de crédito já teve problemas para pagar a fatura ao menos alguma vez e parte considerável tem de forma recorrente. Sendo assim, fazer o pagamento mínimo da fatura e o parcelamento da mesma, são temas que passam pela cabeça de muitos.

Os cartões de crédito, além de excelentes ferramentas para compras à vista e parcelada se forma prática e segura, também oferecem muitos benefícios e vantagens, porém, é preciso usá-los de forma consciente.

Isso porque os juros praticados nos cartões, sobretudo o do rotativo, são muito altos. E aí entra um problema financeiro grave que pode ocorrer ao pagarmos o valor mínimo da fatura.

Porém, às vezes pode ser quase inevitável, não é mesmo? Sabendo disso, hoje Solicite Fácil produziu um guia completo explicando como funciona, quais as vantagens e desvantagens do pagamento mínimo da fatura do cartão de crédito.

Siga conosco para entender melhor sobre este tema tão importante para quem usa cartão e veja dicas para evitar os juros e esse tipo de operação que não faz bem ao seu bolso!

O que é o pagamento mínimo da fatura?

O mínimo da fatura do cartão de crédito é o menor valor que você pode pagar da sua fatura mensal sem que fique em atraso com a instituição financeira.

Atualmente, a média do valor mínimo cobrado pelos responsáveis pela emissão e administração de cartões de crédito gira em torno de 15% do total.

Ao pagar o mínimo, o titular não fica inadimplente com a instituição financeira, evitando, assim, ser negativado e ter uma queda ainda maior no seu score de crédito.

Até por isso, quando não conseguem realizar o pagamento total, muitas pessoas optam pelo pagamento parcial da fatura.

Ao fazer isso, o cliente também garante poder continuar utilizando o limite remanescente do cartão em questão caso seja necessário.

Por outro lado, os juros cobrados ao não quitar a fatura de forma integral, são muito altos e podem afetar bastante as duas finanças.

Ao longo do guia, explicamos os principais prós e contras de realizar pagamento parcial da fatura e o que você pode fazer para não precisar disso.

Como funciona o pagamento mínimo da fatura?

Para você não ficar inadimplente com a instituição financeira responsável pelo seu cartão de crédito, você, obviamente, deve pagar suas faturas em dia.

Mas, como nem sempre isso é possível, há algumas alternativas, dentre elas fazer o parcelamento da fatura ou o pagamento do mínimo da mesma.

Em média, o mínimo costuma girar em torno de 15% do valor total que deveria ser pago na fatura pelos gastos realizados no cartão de crédito.

Então, para não estar em atraso com o banco, eles permitem que você pague um pedaço da fatura caso por qualquer razão não tenha dinheiro para pagá-la totalmente.

Levando em conta o valor médio de 15% (você pode conferir o valor exato no caso do seu banco e cartão), se a sua fatura totaliza R$3.000,00, o mínimo a ser pago seria de R$450,00.

O problema é que todo esse valor restante é cobrado logo na fatura seguinte, já acrescido de juros, o que pode levar ao endividamento.

Isso porque no mês subsequente, caso você não consiga pagar o valor integral novamente, mais uma vez pode pagar o mínimo e ir fazendo com o valor total cresça.

Inclusive, as dívidas com cartões de crédito são as mais comuns entre a população brasileira, como apontou a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (CNC).

De acordo com o estudo, 88,5% das famílias brasileiras endividadas têm dívidas com cartões com o principal ou um dos principais problemas.

Por isso, como vamos explicar melhor ao longo do texto, é preciso usar o cartão de forma consciente e ter cuidado ao optar por pagar o mínimo ou parcelar faturas.

Fatura fechada

A fatura é fechada, normalmente, entre sete e dez dias antes do vencimento da mesma. Ou seja, você sabe o valor total a ser pago com pelo menos uma semana de antecedência.

Além disso, pelo acompanhamento do extrato da fatura no app do cartão, do banco ou no internet banking, você consegue ter uma noção muito boa antes mesmo dos.

Essa data de fechamento da fatura é o momento em que o banco do seu cartão de crédito fecha os gastos que você teve no período a ser contabilizado, podendo ser entre os 30 e 40 dias anteriores.

Além do valor gasto nesse período, entram também as parcelas de compras a prazo feitas anteriormente e possíveis juros a serem cobrados.

O valor a ser pago da fatura enquanto estiver em aberto é descontado do seu limite, assim como os valores gastos na fatura seguinte após o fechamento da anterior.

Sendo assim, se a pessoa, por exemplo, tem um limite total inicial de R$5.000, tem uma fatura fechada a ser paga o valor de R$2.750,00 e gastou R$400,00 na fatura do mês vigente, ela terá R$1.850,00 disponíveis como limite.

Pouco depois do pagamento da fatura ser realizado, o limite é restabelecido. Caso não seja feito o pagamento integral, o valor pago volta como limite, se juntando ao remanescente.

O grande problema é que começa a incidir juros diários sobre o valor que não foi pago da fatura anterior e olha que os juros são altos…

Juros

Como começamos a ver, os juros são cobrados sobre todo o valor restante quando o cliente paga apenas o mínimo ou qualquer valor abaixo do total da fatura mensal.

E essa cobrança já vem embutida no valor da fatura seguinte e o problema é que os juros rotativos do cartão são tão altos que são considerados os mais caros do mercado.

O acumulado do ano passado, por exemplo, superou os 400%, fazendo com que esse tipo de juros tenha um peso enorme para quem deve.

Grande parte dos brasileiros que tem dívidas atualmente sofre com a bola de neve, em grande parte causado por atitudes financeiras incorretas e pelos juros altos.

Qual a diferença entre pagamento mínimo e parcelamento da fatura?

O pagamento mínimo quando é realizado, todo o valor restante é jogado para a fatura do mês seguinte acrescido de juros.

Além disso, o valor deve ser pago juntamente com o dos gastos realizados no último período da fatura e compras parceladas anteriores, fazendo a fatura ficar grande.

Já o parcelamento da fatura pode ser disponibilizado automaticamente no aplicativo ou internet banking da instituição que administra o cartão, ou negociando com a mesma.

No caso do parcelamento, o valor total da fatura é pago integralmente, mas de forma parcelada, o que também gera juros. Porém, juros bem menores que o rotativo.

As parcelas podem vir dentro das próximas faturas ou até mesmo separado delas em outras datas. De toda forma, o valor do limite é bloqueado parcialmente e vai sendo liberado quando cada parcela é paga.

Ao fazer o parcelamento, é importante escolher parcelas que caibam no seu orçamento e não atrasar o pagamento, pois isso pode gerar mais juros e causar até negativação.

Quantas vezes posso pagar o mínimo do cartão de crédito?

Já há alguns anos que os consumidores passaram a ter restrições no uso do crédito rotativo. Atualmente, não é mais possível fazer o pagamento do valor por vários meses seguidos.

Hoje em dia, como forma de proteger os clientes e seguindo regulamentação do Banco Central, só se pode fazer o pagamento mínimo (cerca de 15%) uma única vez.

Até 2018, as pessoas podiam pagar o mínimo em uma fatura, fazer o mesmo na outra e na seguinte e ir rolando (e aumentado) a dívida dessa forma.

Agora, mesmo que o titular do cartão não consiga quitar a dívida desse período, não é possível pagar novamente no mínimo.

Assim, as opções acabam sendo pagar a totalidade da fatura, fazer o parcelamento dela ou esperar para negociar a dívida.

O que acontece se pagar o mínimo da fatura do cartão?

Como já vimos de forma introdutória, acontece o seguinte ao pagar o mínimo da fatura mensal:

  • O valor restante é cobrado na próxima fatura, acrescido de juros e do valor gasto no próximo período
  • Os juros cobrados sobre o valor são os mais altos do mercado
  • O pagamento do inimigo evita e negativação, mas pior o score de crédito e atrapalha futuras análises por parte de instituições financeiras para liberação de crédito e produtos financeiros
  • Se não conseguir realizar o pagamento integral da fatura seguinte, será necessário fazer o parcelamento da mesma
  • Caso não pague toda a fatura do mês seguinte e nem parcela a mesma, o cliente estará inadimplente e poderá ser negativado

Posso pagar menos que o mínimo?

É possível sim pagar menos que a porcentagem mínima da fatura estabelecida pelo banco ou outra instituição financeira responsável por seu cartão.

Porém, não faz sentido fazer isso visto, pois é praticamente o mesmo que não pagar a fatura, visto que pode acontecer de:

  • Ter seu cartão bloqueado para novas compras, mesmo ainda havendo limite disponível
  • Seu nome ser colocado em órgãos de proteção ao crédito, como os birôs Serasa, Boa Vista, SPC e outros

Pagar o mínimo libera limite no cartão?

Assim como qualquer outro valor pago acima do limite ou quando é realizado o pagamento total, o valor pago é liberado sim como limite.

Se você, por exemplo, tem um limite de R$4.000,00, uma fatura fechada no valor de R$2.000 e paga o mínimo de R$300,00, o valor é acrescido ao seu limite restante.

Então, o valor do limite será os R$2.000 subtraídos os valores dos gastos do novo período da fatura aberta e de possíveis parcelamentos, somados ao valor pago.

Como é calculado o mínimo da fatura?

Os bancos, normalmente, colocam como mínimo 15% do valor total da fatura. O valor que não é pago em um mês é lançado na fatura seguinte.

Para você saber quanto deverá pagar na próxima fatura ao realizar o pagamento apenas do valor mínimo, deve seguir esses passos:

  1. Subtraia do valor integral da fatura o total do valor mínimo que foi pago por você. O resultado deste cálculo será a quantia que não foi paga e que volta como rotativo no mês seguinte
  2. Com o valor do rotativo calculado, multiplique pela porcentagem referente aos juros. Aqui você terá apenas o valor que será pago em juros
  3. Sobre este valor calcule o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) mensal e o diário, de 0,38% e 0,0082%, respectivamente
  4. Agora, você soma os valores e o resultado será a quantia total a ser pagar no próximo mês

Pode ter ficado um pouco complicado de entender para quem não tem muita familiaridade com economia ou mesmo com a matemática.

Mas fique tranquilo, pois, normalmente, as próprias instituições financeiras têm ferramentas que permitem a realização simplificada desse tipo de cálculo.

Além disso, há calculadoras financeiras disponíveis na internet de forma gratuita que permitem realizar esse tipo de cálculo só colocando os valores básicos, como valor total da fatura, valor pago e o período.

Taxas dos principais cartões de crédito

Confira as taxas médias anuais do rotativo ao ano dos principais emissores de cartões de crédito, com dados atualizados pelo Banco Central em março de 2023:

  • Daycoval – 59,60%
  • Agibank – 101,22%
  • BMG – 151,24%
  • Banco Pan – 159,54%
  • XP – 164,92%
  • Sicoob – 173,24%
  • Caixa – 269,46%
  • Nubank – 344,29%
  • Banco Safra – 365,63%
  • Banco Inter – 377,78%
  • Itaú – 398,47%
  • Santander – 413,58%
  • Banco do Brasil – 434,39%
  • Banco Bradesco – 453,74%
  • C6 Bank – 512,81%
  • Banco BV – 639,81%
  • Banco Original – 701,17%
  • BradesCard – 795,01%

Vale a pena pagar o mínimo da fatura?

A resposta se vale ou não a pena vai depender muito da situação, pois há alguns casos em que realizar o pagamento do valor mínimo da fatura pode ser razoável.

Porém, na maioria dos casos, há alternativas melhores para que você evite ter que pagar os altos juros cobrados nesse tipo de operação.

Até por isso, nós indicamos que você faça tudo o que estiver ao seu alcance para evitar realizar o pagamento mínimo da fatura.

Entretanto, sabemos que nem sempre isso é possível. Sendo assim, listamos abaixo não só as desvantagens, mas também as vantagens do pagamento do mínimo do cartão.

Vantagens

Há algumas situações específicas em que o pagamento do mínimo pode ser realizado e até ser útil para o titular do cartão.

A principal vantagem, certamente, é evitar ficar com o nome sujo, impedindo que seu nome seja incluído em birôs de crédito pela operadora do cartão.

Mas também pode ser uma escolha razoável em situações emergenciais e caso seja necessário seguir utilizando o cartão.

Evitar a negativação

Estar negativado, mesmo que você consiga pagar e limpar seu nome relativamente rápido, o que impacta consideravelmente seu score de crédito.

Além disso, impacta negativamente também nas análises de crédito de instituições financeiras em um futuro próximo, podendo dificultar acesso a empréstimos e cartões, por exemplo.

Por isso, se o pagamento mínimo da fatura for a única forma no momento de evitar a negativação, vale a pena pagar sim.

E isso pode ser feito principalmente se você souber que em breve terá recursos suficientes para pagar o valor que ficou faltando na fatura.

Dessa maneira, você não sofrerá muito com o impacto dos juros, uma vez que o pagamento total será feito poucos dias depois.

E sabemos bem o quão importante financeiramente é estar com o nome limpo, ter um bom score de crédito e também o Cadastro Positivo.

Levando tudo isso em conta, dá para dizer sim que é vantajoso nessa situação pagar a fatura parcialmente até poder quitar o restante.

Poder continuar usando o cartão

Muitas pessoas usam o cartão, de forma equivocada, como se fossem uma antecipação do salário, e sem ele não conseguem adquirir itens básicos durante o mês vigente.

Para essas pessoas, não ter o limite do cartão à disposição significa ter limitações sérias, fazendo com que ele seja essencial no consumo do dia a dia.

Nesses casos, pagar a fatura mínima para seguir usando o cartão até ter novas entradas de dinheiro passa a ser quase uma questão de manutenção básica.

Por isso, fazer o pagamento mínimo para que o uso dele não seja acaba se tornando necessário até que o titular consiga acertar as contas.

Se esse é o seu caso, indicamos fortemente que você busque meios de sair o mais rápido possível dessa, pois pode se tornar uma bola de neve grave nas suas finanças.

Depender tanto do cartão de crédito para o consumo essencial é um sinal de que a sua situação financeira está muito frágil e que pode ter problemas graves.

Assim, você deve se esforçar para mudar isso, se planejando melhor financeiramente, buscando começar a economizar dinheiro e tentando fontes de renda extra.

Solução para momentos de emergência

Podemos estar mais ou menos preparados para elas, mas não há o que de fato nos blinde 100% de passar por problemas e situações desagradáveis.

Algumas delas acontecem de forma abrupta e precisam de uma solução urgente, que muitas vezes demanda recursos extras que podemos não ter à disposição.

Em algumas dessas situações, usar todo nosso dinheiro e até crédito extra, como empréstimos a até o valor disponível no cheque especial pode ser preciso.

Em situações assim, em que para pagar a fatura integralmente ou fazer o parcelamento e dar uma entrada vai fazer falta dinheiro para algo essencial e urgente, pagar o mínimo e manter o limite é aceitável.

Mas, assim que superar a situação emergencia l, busque pagar a fatura ou, pelo menos, negociar o valor em um parcelamento.

Pois assim você evitará problemas, como ficar com nome sujo na praça e ter que arcar com as multas e os altos juros por não pagamento de fatura.

Desvantagens

Trouxemos acima as poucas situações em que pode ser útil pagar o valor mínimo da fatura de cartões. Agora, vamos trazer as pesadas desvantagens.

É altamente recomendável pagar as faturas em dia, não atrasando, não realizando o pagamento mínimo e nem parcelando faturas de forma recorrente.

Além disso, as pessoas precisam repensar caso tenham cartões e não consigam mantê-lo, tornando-se reféns deles e se endividando cada dia mais.

E muitas vezes esses problemas começam ao fazer o pagamento mínimo e continuar gastando, ao parcelar faturas de um cartão com juros altos e seguir gastando em outro e etc.

Tudo isso vai trazer problemas financeiros para você que posteriormente será complicado para se acertar e ficar no azul novamente.

Sabendo do impacto negativo que o mal uso de excelentes ferramentas como o cartão pode trazer, apresentamos a seguir desvantagens do pagamento mínimo.

Juros altos

Os juros do rotativo do cartão de crédito são os maiores do mercado brasileiro com sobras, tendo chegado a 409,3% no ano de 2022!

Esse percentual significa que uma pessoa que devia, por exemplo, R$2.000,00 no cartão em dezembro de 2021 e deixasse rolando o rotativo até dezembro do ano passado, passaria a dever cerca de R$8.000,00.

São números assombrosos, não é mesmo? Eles mostram o peso que os juros rotativos podem ter na sua finança e isso ocorre mesmo em prazos menores.

O rotativo do cartão e o cheque especial são dois tipos de juros que pesam muito no endividamento de milhões de brasileiros todos os anos.

Para não seguir endividado e, caso ainda não esteja, evitar entrar e permitir que tudo se transforme em uma bola de neve, evite esse tipo de operação.

Acúmulo de dívidas

Como dissemos anteriormente, os juros dos cartões de crédito podem ser muito pesados e transformar suas finanças em um caso se não houver cuidado.

Assim, é preciso buscar alternativas, mesmo que precise de algum esforço para apertar o cinto e abrir mão de algumas coisas que geram gastos.

Isso porque tornar rotina os atrasos, parcelamentos e pagamento mínimo da fatura, muito provavelmente, fará com que a pessoa comece a acumular dívidas.

E o pior de tudo é que o tipo de dívida citada é uma das mais onerosas, justamente por terem juros muito altos e que são atualizados de maneira diária.

Portanto, é muito recomendado fugir desses tipos de dívidas e até pensar em buscar empréstimos mais baratos para se livrar delas.

Além disso, busque começar a economizar dinheiro e aumentar as entradas financeiras, cortando tudo o que for possível e trabalhando por renda extra.

Uso do crédito rotativo

Certamente o crédito rotativo é o vilão das finanças de muita gente atualmente e é justamente nele que você entra se pagar o mínimo.

Com acumulado que superou os 400% no ano de 2022, os juros do rotativo são os maiores do mercado, consideravelmente acima até mesmo do cheque especial.

Por isso, diversas outras formas de crédito – como antecipação do FGTS (empréstimo com FGTS), antecipação do 13° salário, empréstimos consignados ou com garantia – são recomendadas.

São algumas soluções para fugir de juros mais caros, como do crédito rotativo, e de situações que levem à negativação, mas, ainda assim, é preciso cuidado.

Dicas para evitar o pagamento mínimo da fatura

Para finalizar com chave de ouro, separamos algumas dicas importantes para que você não tenha problemas com cartões e evite pagar o mínimo da fatura:

  • Comece a se planejar financeiramente
  • Evite ao máximo gastar mais do que pode tanto no cartão crédito quanto em geral
  • Não tenha mais cartões de crédito do que pode realmente sustentar
  • Estabeleça um limite de gastos no cartão proporcional a sua renda mensal
  • Caso não tenha a possibilidade de pagar a fatura em um curto prazo, dê preferência ao parcelamento em relação ao pagamento mínimo
  • Mas, antes disso, veja se há linhas de crédito para quitar o cartão em que os juros sejam menores que as do parcelamento da fatura
  • Faça o necessário para acertar as contas, economizando cuidando melhor do dinheiro e buscando renda extra
  • Ao conseguir se livrar das dívidas e dos problemas com cartão, tenha um planejamento financeiro eficiente e o coloquei em prática para não virar a ter os mesmo problemas no futuro

Conclusão

Sabemos que o cartão de crédito é uma ferramenta extraordinária e pode ser parceiro das nossas finanças e trazer muitas vantagens, como cashback, descontos, praticidade e diversos benefícios.

Porém, para quem não tem bons hábitos de consumo, controle e nem organização financeira, ele pode acabar levando ao endividamento pelo uso ruim dele.

Como vimos ao longo do guia de hoje, o parcelamento da fatura e, sobretudo, o pagamento do mínimo ou o atraso no pagamento do cartão gera muitos juros e problemas.

Mas, por outro lado, você viu maneiras de como não precisar utilizar esse tipo de artifício, evitando, assim, maiores problemas financeiros no futuro.

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